Ediane levou as lutas das periferias para dentro da Assembleia e esteve na linha de frente contra despejos, a fome, o racismo e a violência contra as mulheres.
Seu mandato ajudou a levar as Feiras Solidárias para centenas de comunidades, propôs a CPI do Feminicídio e as Delegacias da Mulher 24h, abriu caminho para novas políticas de valorização do trabalho doméstico e de cuidados e aprovou o Dia da Trabalhadora Doméstica e de Cuidados em São Paulo.
Na luta antirracista, apresentou propostas de reparação, ações afirmativas e memória e conquistou a aprovação do Protocolo Antirracista.